segunda-feira, 2 de abril de 2012


O amor só dura em liberdade


Como libertar o inerente?


Rente a carne que sente?


O humano sentimento de gente?


Como libertar?


Um sacrifício?


Sem letras, sem linhas


Sem retas


Caminhos


Espinhos


Pedras por todos os lados


Curvas que levam ao nada


Quem não planta não colhe nada


Sendo o lado negro da dor


O lago negro do amor


Na noite negra da lua vulneravel e receptiva


Recebe a luz....